A inclusão da pessoa com deficiência nas empresas é um exemplo de responsabilidade social!

Foi essa a mensagem que ontem, 12 de abril, o Sistema de Inclusão Multiprofissional (SIM SOCIAL) levou para o empresariado associado ao ICE-MA e representantes de organizações convidadas, durante a palestra ‘A responsabilidade social das empresas na era da inclusão”, promovida pelo Instituto de Cidadania Empresarial do Maranhão e pela SIM SOCIAL, em parceria com o Condomínio Pátio Jardins e a Associação Brasileira de Recursos Humanos.

A palestra foi conduzida pelas advogadas Priscilla Selares e pelo historiador Dylson Ramos, diretores da SIM SOCIAL. Os especialistas apresentaram o que as empresas podem fazer para receber profissionais com deficiência e conseguir o melhor desempenho destes em suas áreas de atuação.

Priscilla, Isabelle e Dylson contaram suas histórias de vida e destacaram os desafios enfrentados, a começar pela adjetivação pela qual são tratados:  portadores de deficiência, pessoas especiais, ajeitados, mancos, deficientes físicos etc. Inicialmente esse ponto foi esclarecido, apresentando a expressão utilizada universalmente, pessoa com deficiência, para o tratamento de indivíduos nessa condição.

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Atualmente, o Estatuto da Pessoa com Deficiência já obriga as grandes empresas a incluírem em seu quadro de colaboradores pessoas com deficiência, entretanto, como destaca Isabelle Passinho, é preciso que a classe empresarial seja sensibilizada para esta causa, pois o “empresário precisa ter uma consciência inclusiva de que ele não é um mero cumpridor de cotas, mas um agente de transformação social“, enfatizou.

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Os palestrantes apontaram três aspectos básicos para as empresas adotarem a inclusão como princípio:

  1. Sensibilização: a responsabilidade social na essência do negócio;
  2. Ambientação: oferecer a acessibilidade necessária para PCD’s desenvolverem suas funções de forma produtiva, dentro de suas capacidade; preparar os colaboradores para receber a pessoa com deficiência, etc;
  3. Acessibilidade atitudinal: reconhecer PCD’s como indivíduo capaz e apto para exercício pleno de suas tarefas nas áreas de formação.

Para Beatriz Carvalho, Secretária Adjunta dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Maranhão, “o trabalho é que favorece a inclusão da pessoa com deficiência na sociedade enquanto cidadão. Assim, se a pessoa com deficiência tiver uma tecnologia assistiva que possibilite trabalhar em igualdade com os outros, as dificuldades são praticamente eliminadas”.

Para finalizar, a sócia da Sim Social, Priscilla Selares, destacou que “essas discussões [inclusão de PCD’s] têm que ser as mais amplas possíveis, não só no que diz respeito a empregabilidade e contratação desse profissional, mas ver a pessoa com deficiência como consumidora de serviços e produtos, para assim integrar esse indivíduos e trazer para a vida social“.

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